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Desde sua criação em 2005, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Mauá não passou por uma reforma significativa. Embora tenha recebido apenas algumas pinturas ao longo dos anos, as instalações enfrentam sérios problemas estruturais que comprometem tanto o trabalho dos profissionais quanto a qualidade do atendimento oferecido à população. Em dezembro de 2024, imagens do telhado que desabou circularam pelos grupos de WhatsApp, alertando a comunidade sobre o estado crítico das instalações.
Durante gestões anteriores, o Samu recebeu apenas manutenções pontuais, sem avanços relevantes em sua infraestrutura. A atual administração, liderada pelo prefeito Marcelo de Oliveira, busca reverter esse cenário e atender às necessidades urgentes do serviço, essencial para a população de Mauá e da região. Como parte desse esforço, a gestão entregou recentemente 3 novas ambulâncias, reforçando a frota e contribuindo para a melhoria do atendimento.
O Samu de Mauá conta com 230 funcionários que operam em quatro turnos de 12 horas, realizando uma média de 4.000 atendimentos por mês, ou cerca de 130 chamados diários. Este volume de trabalho demonstra a importância vital do serviço para a população. Além disso, a base do Samu atende não apenas Mauá, mas também as cidades de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, aumentando ainda mais a demanda por uma infraestrutura adequada.
Atualmente, a frota é composta por sete ambulâncias: cinco de suporte básico e duas de suporte avançado, essenciais para atendimento especializado em casos graves. Cada turno conta com quatro médicos, fundamentais para lidar com situações críticas.
Entretanto, a infraestrutura do Samu não acompanha a dedicação de seus profissionais. O espaço destinado ao repouso e à organização de materiais está obsoleto, e a falta de uma reforma substancial coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os equipamentos médicos.
Com uma estrutura adequada, o Samu de Mauá poderá continuar salvando vidas com ainda mais eficácia e oferecendo melhores condições de trabalho aos seus funcionários. A reforma é urgente e deve ser tratada como prioridade, tanto para o bem-estar da população quanto para a dignidade dos profissionais que ali atuam.
ABCD NEWS