Na cidade de Mauá, no primeiro semestre de 2024, 924 aparelhos foram subtraídos de seus donos, sendo 679 roubados e 245 furtados. Comparando com as outras cidades da região, Santo André lidera a lista com 2.347 crimes, seguida por São Bernardo com 2.093, Diadema com 1.208, São Caetano com 469, Ribeirão Pires com 124 e Rio Grande da Serra com 19. Apesar do alto índice, houve uma queda de 25,5% nos roubos e furtos de celulares no Grande ABC, com cerca de 2.456 casos a menos em relação ao mesmo período do ano anterior.
O Estado de São Paulo registrou um total de 113.942 aparelhos celulares roubados ou furtados no primeiro semestre de 2024, uma redução de 22,5% em relação a 2023, quando foram registrados 147.133 casos. Segundo Guaracy Mingardi, membro do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), um celular roubado ou furtado pode render entre R$ 200 e R$ 500 ao criminoso, que geralmente vende o item para um receptador. Além da venda, o aparelho pode ser utilizado para fraudes bancárias ou saques em bancos digitais.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo afirma que atua constantemente para coibir os crimes patrimoniais, incluindo os roubos e furtos de celulares. A pasta destaca que os resultados positivos são fruto da ação integrada e contínua das forças de segurança paulista e operações específicas voltadas ao combate dessas modalidades criminosas, incluindo os receptadores.


 

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