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As Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADI) atuam principalmente em dicas e exemplos de técnicas e brincadeiras; adaptação e alimentação; estimulação compatível com a idade de 0 a 5 anos; e acompanham e orientam as etapas do desenvolvimento social e educacional infantil.
De modo geral, esses profissionais auxiliam os professores em sala de aula e têm sido fundamentais com os alunos com deficiências intelectuais, especialmente quando estes têm dificuldades de autonomia, e em salas cheias com mais de 25 a 30 alunos. Houve casos de agressão, como em 2022, na Escola Municipal Galdino Jesus dos Santos, no Jardim Canadá, onde os pais procuraram nossa redação para denunciar que seu filho autista foi agredido em sala de aula. Isso poderia ter sido evitado com a contratação de uma ADI. Após a repercussão, o próprio secretário da educação, José Luiz Cassemiro, foi à escola conversar com os pais e a profissional foi contratada.
Rebeca Ferreira, mãe do aluno Gabriel Ferreira, estudante da Escola Municipal João Rodrigues Ferreira e matriculado no ano G5B/2024 no período da tarde, tem dialogado e cobrado a contratação imediata de ADI para os alunos, visando garantir as melhorias necessárias no processo de inclusão escolar.
Ela ainda relata que, atualmente, na sala de aula do Gabriel, existem mais três crianças especiais necessitando de ajuda especializada. Tendo em vista que a única professora na sala não conseguiria dar conta de quatro crianças especiais, é necessário, ao menos, uma auxiliar em sala de aula para as três crianças especiais. Rebeca já entrou em contato com a escola e foi informada de que há auxiliares apenas no período da manhã. A instituição também destacou que, até o momento, o município não forneceu informações sobre possíveis contratações de novos auxiliares. Neste caso, as demais crianças não possuem ADI no período da tarde.
Outro caso relatado foi o da representante Paula Mergulhão e sua irmã Jéssica do grupo TEAMANDO, mães de alunos portadores de TEA, que disseram que até o ano passado estava tudo bem, mas este ano as mães têm reclamado da falta deste profissional, até nas escolas estaduais, conhecidos por outro nome, "Cuidador de Vidas Diárias".
Procuramos a comunicação social da Prefeitura de Mauá, relatamos e questionamos sobre o assunto e esperamos mais de duas semanas pela resposta, infelizmente não obtivemos respostas.
Gostaríamos de trazer uma matéria esclarecedora com mais informações que pudessem esclarecer mais detalhes para encontrar uma solução. De qualquer maneira, pedimos o seu like, comentário e compartilhamento.
ABCD NEWS