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O dia 4 de junho foi marcado em Mauá por manifestações de pesar e revolta após o brutal assassinato de Gabriela Mariel, militante dos direitos das mulheres, mãe solo e pessoa com deficiência, vítima de feminicídio.
Em suas redes sociais, a secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Cida Maia, publicou:
“Gabriela viverá em cada uma de nós na luta contra a violência de gênero!”
Apesar da homenagem, o caso levantou críticas à efetividade das ações da secretaria. Gabriela era conhecida no movimento de mulheres e lutava justamente contra o tipo de violência que a vitimou. Mesmo com políticas públicas em curso, como o atendimento nos CREAS e a atuação do NAVIS e Hospital Nardini para casos de violência sexual, muitos apontam que as estruturas atuais não têm sido suficientes para impedir tragédias como essa.
O município oferece serviços para mulheres em situação de violência doméstica, sexual ou de gênero. Ainda que a vítima não queira registrar denúncia formal, o CREAS pode acolher e orientar. No entanto, o caso de Gabriela acende o alerta para a necessidade de reforçar a rede de proteção e tornar o atendimento mais acessível e preventivo.
📞 Em situações de emergência, procure imediatamente o Hospital Nardini ou o NAVIS. E lembre-se: mesmo sem denunciar o agressor, é possível buscar ajuda. Você não está sozinha!
ABCD NEWS