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Uma moradora de Mauá procurou atendimento na UPA do Zaira após desenvolver uma alergia nas pernas. A paciente, identificada como Maria Aparecida do Nascimento Justino, foi à unidade na domingo (23/02), onde recebeu medicação e foi liberada para casa. No entanto, o quadro não apresentou melhora, e ela precisou retornar ao local no dia seguinte devido à persistência da coceira intensa.
Segundo o relato da paciente, no segundo atendimento, o médico de plantão prescreveu novas medicações, incluindo uma injeção. Preocupada com a origem do problema e buscando um diagnóstico mais preciso, Maria Aparecida solicitou a realização de um exame de sangue, mas teve o pedido negado pelo profissional, que justificou que esse tipo de exame só pode ser feito na Unidade Básica de Saúde (UBS).
A negativa levanta questionamentos sobre os protocolos adotados nas unidades de pronto atendimento do município. Afinal, em quais situações a UPA pode solicitar exames laboratoriais? Pacientes que retornam com sintomas persistentes não deveriam ser submetidos a uma investigação mais detalhada?
A Prefeitura de Mauá foi procurada para esclarecer o caso e informar se há restrições quanto à realização de exames na UPA, mas até o momento não se manifestou.
O caso reacende o debate sobre a estrutura das unidades de saúde e o atendimento prestado aos pacientes, especialmente aqueles que necessitam de exames complementares para um diagnóstico mais preciso.
ABCD NEWS