O Governo de São Paulo, por meio do gabinete de crise criado para combater a falsificação e a adulteração de bebidas alcoólicas, já interditou 11 estabelecimentos em diferentes regiões do estado, após suspeitas de comercialização de destilados contaminados com metanol. As ações atingem bares, restaurantes, adegas e distribuidoras.

🔍 LOCAIS INTERDITADOS

Confira os locais alvo das interdições:

Leia Também:

  • Bebilar Distribuidora (Bela Vista – São Paulo)

  • BBR Supermercado (Bela Vista – São Paulo)

  • Beco do Espeto (Itaim Bibi – São Paulo)

  • Bar e Restaurante Ministrão (Jardins – São Paulo)

  • Torres Bar (Mooca – São Paulo)

  • Adega Fim de Semana (M’Boi Mirim – São Paulo)

  • Empório Santos (Cidade Dutra – São Paulo)

  • Adega do Lelê (Osasco)

  • Adega Los Hermanos (Osasco)

  • Villa Jardim (São Bernardo do Campo)

  • Brasil Excellance Distribuidora de Bebidas (Barueri)

Na última terça-feira (7), o governo informou que um dos estabelecimentos obteve decisão judicial parcial permitindo a reabertura, mas ainda com proibição da venda de destilados. O nome não foi revelado oficialmente, porém o Beco do Espeto anunciou em suas redes sociais que retomou as atividades, alegando que a denúncia contra o bar não foi confirmada pelas autoridades.

⚖️ POSICIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS

A Bebilar Distribuidora, que também administra o BBR Supermercado, declarou que a interdição ocorreu apenas por exigências sanitárias, sem relação com bebidas de origem duvidosa.

O Bar Ministrão, que teria sido citado em uma das investigações, afirmou adquirir produtos de fornecedores oficiais, como Velho Barreiro e Pinga 51, todos com nota fiscal e procedência garantida.

Já o tradicional Torres Bar, localizado na Mooca, ressaltou sua colaboração com os órgãos fiscalizadores e reafirmou o compromisso com a segurança dos clientes.

Em São Bernardo do Campo, o Villa Jardim informou que todas as bebidas são compradas lacradas e em embalagem original, negando qualquer envolvimento com produtos adulterados.

O Empório Santos reforçou que mantém transparência total com as autoridades e reiterou “não ter nenhum envolvimento com bebidas falsificadas”.

As autoridades continuam investigando as cadeias de fornecimento e aguardam resultados laboratoriais para confirmar a origem dos produtos contaminados.

FONTE/CRÉDITOS: GOVERNO SP